segunda-feira, 16 de março de 2009

Série Presidentes do Brasil

ARTHUR DA COSTA E SILVA:
Nasceu no dia 03 de outubro de 1899, em Taquari no Rio Grande do Sul, filho de Aleixo Rocha da Silva e Almerinda Mesquita da Costa e Silva. Costa e Silva conheceu as primeiras letras com sua irmã mais velha, Alzira. Matriculou-se na escola de Ana da Silva Jobb, que oferecia internato, semi-internato e externato, atraindo alunos de todo o Estado. Tinha fama de bom aluno e também de mandão, gostava de ler romances e aprendeu a tocar flauta para acompanhar a irmã Sofia ao piano em apresentações familiares. Como o adolescente estivesse prestes a completar os estudos no Colégio Elementar, foi encaminhado pelo pai, em 1912, para o Colégio Militar, em Porto Alegre. Para se adequar aos limites de idade estabelecidos para ingresso na Escola Militar, Costa e Silva passou a declarar ter nascido em 1902. Desde então, passou-se a considerar formalmente esse ano como o de seu nascimento. Em Porto Alegre foi colega de turma de Humberto de Alencar Castello Branco, que se tornou Presidente do Brasil. Ficou no Colégio Militar até 1917, terminando seus estudos na condição de “comandante-aluno”, já que foi o primeiro colocado da turma. Sentou praça em março de 1918 na 1ª Companhia de Estabelecimento, ingressando em seguida na Escola Militar do Realengo no Rio de Janeiro, então Distrito Federal. Na época em que ainda era cadete na Escola Militar Costa e Silva foi aluno do general Severo Barbosa, que afeiçoou-se ao jovem, convidando-o a freqüentar sua casa. O jovem Arthur já estava encantado com a senhorita Yolanda, filha do general. No dia 22 de setembro de 1925, na cidade de Juiz de Fora, era realizado o casamento de Arthur da Costa e Silva com Yolanda Barbosa Costa e Silva. Dessa união nasceu Alcio Barbosa da Costa e Silva, único filho do casal. Depois de ter passado pelo Colégio Militar até 1917, ingressou na Escola Militar, em 1918. Formou-se com a terceira melhor média de sua turma. Em 1921 tornou-se aspirante e foi servir no 1º Regimento de Infantaria, na Vila Militar do Rio de Janeiro onde, dois meses depois foi promovido a segundo-tenente. Fez parte da rebelião do Forte Copacabana que ficou conhecido como “Os 18 do Forte” e marcou o início do Tenentismo no país, sendo detido por três meses. Quando foi solto, o Exército o enviou para a cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Em 1922, alcançou o posto de primeiro-tenente e poucos dias depois, foi chamado a regressar ao Rio de Janeiro, para responder a processo. Afastado temporariamente do Exército, Costa e Silva decidiu trabalhar, escrevendo em jornais. Com a ajuda de Edmundo de Macedo Soares, tornou-se colaborador do jornal “O Imparcial”, assinando com o pseudônimo Raul d’Alva. Graças a seus contatos em Taquari, tornou-se também colaborador do jornal “O Taquariense”, com a coluna “Coisas do Rio”. Além disso, Costa e Silva começou a dar aulas particulares de matemática, ganhando dinheiro para se manter durante o tempo afastado do Exército, que foi de um ano, até que a Justiça Militar encerrou o caso, não aceitando sua culpa no processo. Em 1924, já de volta à tropa na cidade de Santa Maria, Costa e Silva envolveu-se em outro movimento militar: a revolta contra o governo do presidente Arthur Bernardes. Mais tarde, serviu como inspetor de Tiro de Guerra na 3ª Região Militar, na cidade de Porto Alegre, até 1925, quando foi transferido para o 10º Regimento de Infantaria, na cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais. Em 1926, seguiu para o 8º Batalhão de Caçadores, na cidade de São Leopoldo, Rio Grande do Sul. Em 1929, estava de novo no Rio de Janeiro, incorporado à 1ª Circunscrição de Recrutamento do Exército. Entre os meses de abril e outubro de 1930, estudou na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais, na mesma cidade, terminando o curso com a primeira nota da turma. Meses depois, estourou a “Revolução de 1930”, que colocou no poder o gaúcho Getúlio Vargas. Costa e Silva incorporou-se aos conspiradores do 3º Regimento de Infantaria e, no dia 24 de outubro, participou da ocupação do Palácio Guanabara, que culminou com a deposição do presidente Washington Luís. A promoção ao posto de capitão, ocorrida em agosto de 1931, aconteceu quase nove anos depois da anterior. Nesse posto, foi servir na Vila Militar, no Rio de Janeiro, na Companhia de Metralhadoras do 1º Regimento de Infantaria. Depois de participar contra a “Revolução Constitucionalista” em São Paulo e em cidades do Estado do Rio de Janeiro, conseguiu derrotar os revoltosos. Nova transferência ocorreu em 1935, dessa vez para a cidade de São João Del Rey, no Estado de Minas Gerais, onde ficava o 11º Regimento de Infantaria. No ano seguinte, Costa e Silva iniciou curso de dois anos na Escola de Estado-Maior do Exército, no Rio de Janeiro. Em 1937, atingiu o posto de major. Em 1940, esteve como instrutor-adjunto de tática geral na Escola de Estado-Maior do Exército. Assumiu a direção da Escola de Motomecanização em 1941, e sua promoção a tenente-coronel chegou quatro meses depois. Em 1942, Costa e Silva recebeu a incumbência de organizar a unidade brindada que seria enviada para combate na Itália contra a Alemanha, na Segunda Guerra Mundial. Em 1944, o governo brasileiro o mandou a Fort Knox, nos Estados Unidos, para realizar curso avançado para oficiais, sendo promovido a coronel em dezembro desse ano. No governo do Presidente Dutra, em 1946, Costa e Silva foi nomeado comandante do 9º Regimento de Infantaria, no Rio Grande do Sul, e, em 1948, foi designado chefe do Estado-Maior na 3ª Região Militar, em Porto Alegre. Entre o período de 1950 a 1952, serviu como adido militar junto à embaixada brasileira na Argentina, chegando ao posto de general-de-brigada no final deste ano. Nos quinze primeiros dias logo após a deposição do governo João Goulart, formou-se uma “Junta Governativa” composta pelo general Costa e Silva, pelo brigadeiro Francisco de Assis Correia de Melo e pelo almirante Augusto Rademaker. Em abril de 1964, realizou-se uma reunião no Ministério da Guerra, em que estavam presentes: Costa e Silva, como “Comandante Supremo da Revolução”, os generais Sizeno Sarmento e Juarez Távora, e os governadores que haviam apoiado a deposição do presidente João Goulart: Carlos Lacerda, do Rio de Janeiro; Adhemar de Barros, de são Paulo; Magalhães Pinto, de Minas Gerais; Ney Braga, do Paraná; Ildo Meneghetti, do Rio Grande do Sul; Aluízio Alves, do Rio Grande do Norte; Mauro Borges, de Goiás; e Fernando Correia da Costa, de Mato Grosso. Também compareceram: o ex-governador da Bahia, Juracy Magalhães, e o deputado Costa Cavalcanti. Em 1966, a convenção da Arena homologou o nome de Costa e Silva para a Presidência e o de Pedro Aleixo para a Vice-Presidência. Dois meses depois, Costa e Silva sofreu um atentado no Aeroporto de Guararapes, na cidade do Recife, onde morreram o almirante Nélson Fernandes e o jornalista Edson Régis. Em 03 de outubro de 1966, dia da eleição indireta, toda a bancada do MDB, em protesto, saiu do plenário na hora da votação e Costa e Silva foi eleito pelos que ficaram, com 295 votos. A posse de Costa e Silva ocorreu em 15 de março de 1967 com mandato de cinco anos. No dia da posse entrou em vigor a nova Constituição e a nova Lei de Segurança Nacional, sendo, meses depois, anunciado o ambicioso “Programa Estratégico de Desenvolvimento”, cujo objetivo era atacar as causas da elevação dos preços, possibilitar a expansão da produção e beneficiar o desenvolvimento; transformou o Serviço de Proteção aos Índios em Fundação Nacional do Índio (FUNAI); criou o Movimento Brasileiro de Alfabetização (Mobral). A mobilização estudantil que se manifestava contra o aumento do preço das refeições, tendo o apoio de outros grupos sociais, estourou, quando o estudante secundarista Edson Luís de Lima Souto morreu ao ser atingido por um tiro disparado por policiais destacados para conter os manifestantes. O fato chocou e sensibilizou os estudantes, que intensificaram o movimento de contestação ao governo. Daí surgiram as greves e choques violentos entre estudantes e policiais. O governo criou o Conselho Superior de Censura para funcionar como regulador do que se publicava ou se dizia na mídia, ligado direto com o Ministério da Justiça. No dia 13 de dezembro de 1968, atendendo a diversas pressões, o presidente assinou o Ato Institucional nº 05 (AI-5), que concedia poderes ilimitados ao presidente, surgindo a partir daí uma enorme lista de cassações de deputados, prefeitos, vereadores, juízes e militares. Tragicamente, a aposentadoria de Costa e Silva se deu a partir de 31 de agosto de 1969, quando foi substituído na Presidência por motivo de saúde (trombose cerebral). Por volta das 13 horas do dia 17 de dezembro de 1969 o general Arthur da Costa e Silva começou a sentir-se mal e, às 15h45, morreu de um ataque cardíaco. Foi parte de seu discurso: “Elegendo-me Presidente da República para o próximo quadriênio, em nome do povo brasileiro, de quem sois legítimos representantes, acabais de conferir-me o mandato mais honroso que um brasileiro pode aspirar. A vossa decisão envolve o ato de suprema confiança que podereis depositar num concidadão. Eu o acolho com grave emoção, a emoção de ingente responsabilidade que, eleito, assumo, desde já, comigo mesmo perante a Nação [...]”.

Costa e Silva

Pesquisa: Hélvio Gomes Cordeiro (membro do Instituto Historiar).
Fonte: Presidentes do Brasil, Editora Rio.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Solar dos Airizes


trouxe a seguinte notícia:

O empresário Nelson Lamego mostrou-se disposto a doar o Solar dos Airizes para o poder público municipal, tendo em vista que a prefeita Rosinha Garotinho está interessada em criar ali um espaço cultural, como o Museu do Açúcar ou o Museu de Arte Popular - informou o secretário Municipal de Cultura, Orávio de Campos Soares, segundo release postado no portal de notícias na Prefeitura de Campos (aqui).
No próximo sábado, Orávio vai liderar uma comitiva que vai visitar o prédio histórico para verificar as condições.
(Informações da Secom/PMCG).

Foto de: Wellington Cordeiro/Blog 3x4 e Blog Eu penso que.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Recomeço das palestras do Instituto Historiar

O Instituto Historiar, recomeçará na próxima semana, suas palestras sobre a história de Campos dos Goytacazes; serão feitas por Hélvio Cordeiro, Leandro Cordeiro e Enockes Cavalar, representantes do Instituto Historiar, tendo como local, o CIEP Nilo Peçanha no bairro da Lapa.

Representantes do Instituto Historiar


Foto: Wellington Cordeiro (colaborador).

segunda-feira, 9 de março de 2009

Série Presidentes do Brasil

HUMBERTO DE ALENCAR CASTELLO BRANCO:
Nasceu no dia 20 de setembro de 1897 na cidade de Mecejana, distrito de Fortaleza no Ceará. Filho de Cândido Borges Castello Branco e dona Antonieta de Alencar Castello Branco. Chegou ao Rio de Janeiro com 2 anos de idade. Aos 6 anos, estava em Recife, onde foi matriculado no Colégio São Rafael, dirigido por duas freiras. Uma delas (a Irmã Inês) chamou seus pais para dizer que não via grandes chances de sucesso na tarefa de educar o pequeno Humberto, em virtude de sua limitada capacidade e suas deficiências intelectuais. No ano seguinte, a família regressou a Fortaleza, onde passaria quatro anos. Humberto começou a gostar de estudar e, principalmente, a experimentar as despreocupações de uma infância estável. O estudo em nada atrapalhou os interesses do menino. Nesse período de 4 anos, Humberto descobriu o prazer pelo estudo, chegando a memorizar trechos inteiros dos livros de José de Alencar, que estava entre os de sua leitura constante. Entre 1909 e 1911, freqüentou três escolas diferentes. Em Recife, estudou no Colégio Aires Gama; depois, foi para o Liceu do Piauí, em Teresina; em seguida, para o do Maranhão, São Luís. Em Teresina, ajudou o irmão Candinho a fazer um pequeno jornal do Liceu e foi o único dos sete alunos de sua turma a passar de ano. O estudo no Liceu do Maranhão foi interrompido em 1912, quando o pai foi transferido para o Rio Pardo, no Rio Grande do Sul. Por sua solicitação, o pai o matriculou na Escola Militar, que estava para ser inaugurada em Porto Alegre, descartando a hipótese de ser mandado para estudar no Rio de Janeiro. Para matriculá-lo e ter direito ao ensino gratuito, seu registro de nascimento foi adulterado. Ele, oficialmente, passara a pertencer à geração de 1900. Estava legalmente três anos mais novo (porque apenas os menores de 12 anos podiam estudar no Colégio Militar com gratuidade), porque, na realidade Humberto já havia completado 14 anos. Completou o curso preliminar em 1913, obtendo nota máxima, repetindo seu bom desempenho no ano seguinte, no curso geral. Estando afastado da família que havia seguido para o Recife e depois, para o Rio de Janeiro, ele se concentrava nos estudos e nas leituras literárias, que o levou a ingressar na Sociedade Cívica e Literária do colégio, da qual se tornou orador, em 1916. No início do último ano de curso, Castello Branco exibia a segunda melhor média entre todos os alunos (o primeiro lugar, como sempre, era do colega Arthur da Costa e Silva), que se sentiu, no ano de 1917, pronto pra iniciar seus estudos no Rio de Janeiro. Em 1919, quando estava com 22 anos, conheceu a jovem Argentina Vianna através de sua irmã Lurdinha que morava em Belo Horizonte, depois de uma visita, que incentivou o começo do namoro. Casaram-se no dia 06 de fevereiro de 1922 e tiveram dois filhos: Antonieta e Paulo. Para chegar à Presidência da República, Castello Branco havia ingressado como cadete na Escola Militar do Realengo, no Rio de Janeiro. No ano seguinte optou pela Infantaria, concluindo o curso em 1921, passando a aspirante a oficial, sendo transferido para a 2ª Companhia do 12º Regimento de Infantaria em Belo Horizonte. No ano seguinte foi promovido a segundo-tenente. Em 1922, foi promovido a primeiro-tenente. Em 1924, recebeu indicação para cursar a Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais, na Vila Militar, no Rio de Janeiro, concluindo seu curso no final deste mesmo ano como segundo melhor aluno da turma. Em 1927, foi designado ajudante de instrutor de Infantaria, em Realengo. Em 1931, iniciou o último ano do curso, concluindo em 1932, quando passou para assistente do diretor de estudos militares na Escola de Realengo. Em 1933, começou a publicar artigos no jornal “Gazeta do Rio”, sobre os seus conceitos do papel do Exército e dos militares na política em estreita relação com os trabalhos da Assembléia Constituinte, assinando como “Coronel Y”. Em 1936, fez um requerimento para estudar na Escola Superior de Guerra, em Paris, e teve o apoio do major Floriano de Lima Brayner, do gabinete do Ministro da Guerra. Depois de um período de dois anos, concluiu o curso com grande destaque, retornando ao Brasil. Em 1942, Castello Branco foi promovido a tenente-coronel e mandado aos Estados Unidos para fazer cursos de especialização. Em 1943, no período da Segunda Guerra Mundial, foi escolhido para chefiar a 3ª Seção da Primeira Divisão de Infantaria da Força Expedicionária Brasileira (FEB). Após mais de um ano e meio de preparação, as tropas brasileiras embarcaram para a Itália em 02 de julho de 1944. O fim da guerra em maio veio com uma promoção para Castello Branco, no dia 17, ao posto de chefe interino do Estado-Maior, recebendo também do Exército Norte-Americano a Estrela de Bronze e uma citação de eficiência no combate. No final de junho do ano seguinte, recebeu sua promoção a coronel. Em 1949, foi transferido para a chefia da Seção de Operações do Estado-Maior e, em 1952, foi promovido a general-de-brigada. Em 1958 foi promovido ao posto de general-de-divisão, e, em 1962, recebeu a quarta estrela, representando sua promoção a general-de-exército. Com os ânimos acirrados na política, com a deposição e depois o retorno, do presidente João Goulart, com amplos poderes no cargo, desagradou a vários segmentos, culminando com a deposição do Presidente e iniciando o período dos governos militares. Humberto de Alencar Castello Branco aceitou a indicação de seu nome, através do Ato Institucional nº 01, de 09 de abril de 1964, para a Presidência da República. Castello Branco tinha mais dois concorrentes à presidência e venceu com 361 votos. Depois que assumiu a presidência, Castello Branco deu continuidade ao processo de cassações de mandatos parlamentares e direitos políticos, que vinham ocorrendo desde o início do movimento militar, onde cassou Juscelino Kubitschek em 08 de junho. Neste período foi instalado o Serviço Nacional de Informação (SNI), sob a chefia do general Golbery do Couto e Silva. Em agosto, era anunciado o Plano de Ação Econômica do Governo, que tinha como objetivos principais conter a inflação e retomar o crescimento econômico. Em novembro foi sancionada a Lei nº 4.464/64, conhecida como “Lei Suplicy”, que proibia atividade política de entidades estudantis. Pouco mais de quatro meses de criado o PAEG, o ano terminava com um índice de inflação de 92,1%, enquanto o crescimento da economia era de 3,4%. Castello Branco, que ficaria no governo pelo tempo restante do governo João Goulart, teve seu mandato prorrogado em um ano, pela Emenda Constitucional nº 09, de julho. Em outubro, Castello Branco baixou o Ato Institucional nº 02, que derrogou a Constituição de 1946 e aumentou os poderes da Presidência da República. Os partidos políticos foram extintos, e a norma para a escolha dos futuros presidentes passou a ser a eleição indireta. A Justiça Militar estendeu sua atuação também para crimes civis contra a segurança nacional. O sistema partidário foi reorganizado pelo Ato Complementar nº 04, assinado em novembro. O Brasil passou a contar somente com 2 partidos políticos: A Aliança Renovadora Nacional (Arena), (aliada do governo e formada pelos integrantes da UDN), e o Movimento Democrático Nacional (MDB), (formado pelos integrantes do PDS e PTB). A inflação anual apresentou queda de 34,2%, enquanto o crescimento da economia era de 2,44%. Em janeiro de 1967, o Congresso aprovou o texto da nova Constituição. Antes de terminar o mandato, Castello Branco editou a nova Lei de Segurança Nacional. Ambos os documentos jurídicos entraram em vigor no dia da posse de Costa e Silva, em 15 de março de 1967. Quatro meses depois de deixar a Presidência, Humberto de Alencar Castello Branco foi vítima de um acidente aéreo, no dia 19 de julho de 1967, numa pequena aeronave em que viajava, colidindo com um dos aviões T-33 que voavam em formação. Neste mesmo acidente, morreram: Cândido Castello Branco, o major Nepomuceno Assis e a escritora Alba Frota. Foi parte de seu discurso: “[...] Não me faltou mesmo a ímpar oportunidade de participar em operações de guerra nos quadros da gloriosa Força Expedicionária Brasileira. Se nos bancos escolares senti em mim mesmo como se forjava o ideal militar, em todos os demais escalões encontrei sempre estimulantes exemplos de devotamento e da maior dedicação. Fruto dessa larga e árdua experiência vivida, desejo aqui transmitir a meus últimos subordinados, nos quais revejo velhos camaradas de longos anos passados, uma derradeira mensagem minha [...] Capacidade profissional, dignidade no exercício de qualquer função, empenho máximo em criar salutar clima de camaradagem, lealdade a toda prova e em todos os sentidos, respeito à autoridade dentro da lei e iniciativa orientada por uma disciplina intelectual consciente [...]”.



Castello Branco

Pesquisa: Hélvio Gomes Cordeiro (membro do Instituto Historiar).
Fonte: Presidentes do Brasil, Editora Rio.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Aconteceu no mês de março

Estamos publicando desde fevereiro um calendário de eventos importantes ocorridos em cada dia do mês. Confira acima as datas do mês de março de algum ano.

terça-feira, 3 de março de 2009

Preciosidades de Lobato em apartamento do Flamboyant

O Monitor de hoje traz matéria bacana de Alicinéia Gama sobre o acervo particular de Lutiane Marques, com raridades de Monteiro Lobato. Mineiro, o mestrando da Uenf, orientando da professora Arlete Sendra, veio para Campos em 2006 e trouxe a sua coleção, que hoje está no apartamento onde mora, no Flamboyant.
Matéria completa no blog URGENTE. >>

segunda-feira, 2 de março de 2009

Série Presidentes do Brasil

PASCHOAL RANIERI MAZZILLI:
De 02 de abril de 1964 a 15 de abril de 1964

Nasceu no dia 27 de abril de 1910, em Caconde, Estado de São Paulo. (Os dados Biográficos estão em publicação anterior, quando assumiu a Presidência pela primeira vez). Ranieri Mazzilli voltou à Presidência da República em 02 de abril de 1964, em virtude do movimento político-militar que depôs o presidente João Goulart. Antes, em julho de 1963, já havia exercido interinamente o cargo, em razão de uma viagem ao exterior do presidente. Com o resultado do plebiscito realizado em 06 de janeiro de 1963, o Brasil abandonou o parlamentarismo e retornou ao regime presidencialista. João Goulart assumiu então a plena extensão dos poderes da Presidência da República. Todo o mandato, da restauração dos poderes presidenciais ao movimento político-militar de 1964, foi marcado por crises econômicas e políticas. Enfraquecido pela crise econômica e pela ação no Congresso das forças políticas mais conservadoras que constantemente o criticavam, Jango aproximou-se de setores mais radicais (que eram representados pelo ex-governador gaúcho Leonel Brizola, à época o deputado mais votado pelo então Estado da Guanabara, e por Miguel Arraes, governador do Estado de Pernambuco). O discurso sobre a necessidade das chamadas “Reformas de Base” (agrária, bancária, administrativa, fiscal, eleitoral, urbana, etc.), tinham o apoio da “Frente Parlamentar Nacionalista”, que era formada por um grande número de políticos do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), do Partido Socialista Brasileiro (PSB), alguns dissidentes do Partido Social Democrático (PSD) e até da União Democrática Nacional (UDN) com representação no Congresso. Além disso, as organizações populares, especialmente a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a Central Geral dos Trabalhadores (CGT), também ganhavam espaço na vida política nacional, exigindo reformas cada vez mais radicais e a convocação de uma Assembléia Constituinte. Essas idéias eram combatidas pela “Ação Democrática Parlamentar”, que tinha por objetivo lutar contra o governo de João Goulart e impedir a aprovação e implementação das reformas sociais. Eles tinham o auxílio financeiro do Instituto Brasileiro de Ação Democrática (IBAD) e alguma ajuda do Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais (IPES), organizações que tinham interesse na reformulação e divulgação de um projeto capitalista conservador no Brasil e teriam sido fundamentais para a vitória do movimento político-militar de 1964. Tudo se precipitou a partir de 13 de março de 1964, quando se realizou o “Comício da Central do Brasil”, em que cerca de 150 mil pessoas se reuniram no Rio de Janeiro para ouvir o presidente. No alto do palanque, ao lado de seu cunhado Leonel Brizola, saudado por bandeiras vermelhas e pelo coro de estudantes e sindicalistas a exigir as “Reformas de Base”, o presidente assinou o decreto que previa a desapropriação de propriedades rurais inexploradas e prometeu fazer as reformas. A resposta dos conservadores foi dada em São Paulo seis dias depois, com a “Marcha da Família com Deus e pela Liberdade”, que, de acordo com os organizadores, reuniu cerca de 300 mil pessoas, e tinha como objetivos evidenciar que haveria apoio popular para as forças que se dispusessem a derrubar o presidente, que julgavam disposto a implantar o comunismo no Brasil. No dia 25 de março, uma anistia dada aos revoltosos pelo novo ministro da Marinha precipitou os acontecimentos. No dia 31 de março, o Exército, a partir de Minas Gerais, rebelou-se contra o governo. João Goulart não resistiu: partiu para o Rio Grande do Sul e de lá para o exílio. Declarada vaga a Presidência, Ranieri Mazzilli, presidente da Câmara dos Deputados, voltou a ser Presidente do Brasil. Logo no início do dia 02 de abril de 1964, João Goulart, sem oferecer resistência armada, deixou Brasília de avião. Às três horas da manhã, Ranieri Mazzilli prestou juramento como Presidente da República, embora Goulart ainda estivesse em território nacional. Um dos primeiros atos do novo mandatário foi fechar o Instituto Superior de Estudos Brasileiros (ISEB), acusado pelos militares de ser um órgão comunista. No entender de alguns, com esse ato, Mazzilli prestou um grande desserviço à cultura e à pesquisa nacional. Apesar de Mazzilli ocupar nominalmente a Presidência da República, o poder era, de fato, exercido pelos militares do auto-intitulado “Comando Supremo da Revolução”, composto pelo general Arthur da Costa e Silva, (que seria o segundo presidente na sequência dos governos militares), pelo vice-almirante Augusto Rademaker e pelo brigadeiro Francisco de Assis Correia de Melo. Quando foi convocado para assumir a Presidência, Mazzilli tomou conhecimento de que exerceria o cargo até a próxima eleição de um novo presidente, a ser escolhido primeiramente pelas Forças Armadas, e também foi informado sobre os nomes escolhidos pelos militares para a composição de seu Ministério. Em 09 de abril de 1964, o “Comando da Revolução” editou o Ato Institucional, mais tarde chamado de nº 1 (AI-1), que foi redigido pelo jurista Francisco Campos. O mesmo autor da Constituição de 1937, e que havia sido um dos principais ideólogos da ditadura do Estado Novo. O objetivo principal do Ato Institucional era o de conceder o respaldo jurídico constitucional necessário para tecnicamente contornar a tomada do poder pela força e a sua decorrente ruptura da legalidade. Ao mesmo tempo, transformava em legítimos os atos e respectivas ordens decididas pelos militares no comando, em nome do Estado. No dia 10 de abril, o presidente Mazzilli assistiu quando o Comando Supremo da Revolução, com base no Ato Institucional, cassou o mandato de quarenta parlamentares que também tiveram seus direitos políticos suspensos por dez anos. Outras 58 pessoas também foram alvo de suspensão de direitos políticos. Entre os parlamentares cassados estavam: o senador Amauri Silva, os deputados Almino Afonso, Abelardo Jurema, Francisco Julião, Leonel Brizola e José Aparecido. No segundo grupo, destacavam-se: Luiz Carlos Prestes, João Goulart, Jânio Quadros, Darcy Ribeiro, Josué de Castro, João Pinheiro Neto e Danti Policani. Além disso, três governadores foram cassados: Seixas Dória, de Sergipe; Miguel Arraes, de Pernambuco e Badger da Silveira, do Estado do Rio de Janeiro. No dia 11 de abril, o Congresso elegeu o general Humberto de Alencar Castello Branco à Presidência da República. Quando ele tomou posse, em 15 de abril, Mazzilli retornou à Presidência da Câmara dos Deputados. Em decorrência do Ato Institucional nº 2, de 25 de outubro de 1965, foram extintos os partidos políticos até então existentes, instaurando-se o bipartidarismo. Ranieri Mazzilli participou da fundação do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), optando por fazer oposição à legenda de sustentação do governo, a Aliança Renovadora Nacional (Arena). No MDB, ocupou a Presidência da Comissão de Ética. Seu mandato acabou em 1966. Nesse ano, não conseguiu reeleger-se e abandonou a vida pública. Retirou-se então para a Fazenda Santa Isabel, que havia recebido de herança, na cidade de Ouro Fino, no sul do Estado de Minas Gerais, passando a ser produtor de café. Tendo sido obrigado a levar vida regrada e fazer tratamentos de saúde constantemente, Paschoal Ranieri Mazzilli faleceu em São Paulo, no dia 21 de abril de 1975, devido a complicações pós-operatórias. (Nas fontes pesquisadas, não constam nenhum discurso seu em nenhum período de posse).

Ranieri Mazzilli


Pesquisa: Hélvio Gomes Cordeiro (membro do Instituto Historiar).

Fonte: Presidentes do Brasil, Editora Rio.

domingo, 1 de março de 2009

TRAJETÓRIA DA INAUGURAÇÃO DO CHAFARIZ BELGA NA CIDADE DE CAMPOS DOS GOYTACAZES

O 1º Prefeito de Campos dos Goytacazes, Dr. Manoel Rodrigues Peixoto expediu um Ofício à Câmara Municipal, solicitando revisão no contrato de fornecimento de água e serviço de limpeza pública e de esgoto, oferecido pela companhia inglesa The Campos Syndicate Ltda. Como não foi aceito, enviou um Ofício ao Governador do Estado, impondo esta e outras condições para poder continuar como Prefeito de Campos. O Governador, Dr. Nilo Peçanha, não aceitou as condições impostos por Rodrigues Peixoto e este pediu demissão do cargo de Prefeito de Campos dos Goytacazes, sendo substituído por Manuel Camillo Ferreira Landim, também indicado por Nilo Peçanha.

24 de julho de 1904 – O Sr. Dr. E. Benest, representante geral da The Campos Syndicate Ltda. Comunicou ao Dr. Prefeito Manoel Rodrigues Peixoto, 1º Prefeito de Campos, a doação de um chafariz para a Praça, para contribuir com o embelezamento da cidade.

09 de outubro de 1904 – Ofício a Dr. Alfredo Backer, Secretário-Geral do Estado, autorizando a Companhia The Campos Syndicate Ltda. importar da Bélgica um chafariz de louça, para ser colocado na Praça São Salvador.

19 de janeiro de 1905 – O Sr. Samuel Burgun, gerente da The Campos Syndicate Ltda., pedindo à Prefeitura para, com a maior urgência, mandar iniciar as obras de colocação do chafariz da Praça São Salvador.

11 de julho de 1905 – O Prefeito enviará ofício ao gerente da The Campos Syndicate Ltda., solicitando mandar colocar na Praça São Salvador, o chafariz, sob as vistas do engenheiro da Prefeitura.

03 de setembro de 1905 – O Sr. Atila de Alvarenga, proprietário do Jornal Monitor Campista, visita junto com o gerente da Companhia de Água e Esgoto de Campos, The Campos Syndicate Ltda., Samuel Burgun, as obras da colocação do chafariz de louça na Praça São Salvador, em frente à Santa Casa e Igreja Mãe dos Homens.

21 de abril de 1906 – Apesar da grande inundação do Rio Paraíba, o Sr. Prefeito de Campos, Dr. Manuel Camillo Ferreira Landim, deveria mandar desligar a água do chafariz da Praça São Salvador que, ainda não está inaugurado mas vive a verter água dia e noite sem parar, prejudicando os solares e residências próximos, em total desperdício.

12 de outubro de 1906 – Em comemoração à Descoberta da América, o Sr. Dr. Prefeito de Campos dos Goytacazes, Dr. Manuel Camillo Ferreira Landim, inaugurou a fonte oferecida ao Município pela Companhia The Campos Syndicate Ltda. Às 17:30 horas o Sr. Dr. Samuel Burgun, gerente da Companhia Syndicate, mandou tirar o tapume que se achava em torno da fonte. Em seguida, o Dr. Prefeito abriu a torneira geral da fonte e a água esguichou por todos os orifícios do belo repuxo. Nessa ocasião, a Banda Musical Lyra de Apollo executou o Hino Nacional e foi queimada uma salva de 21 tiros. O jardim e a fonte, à noite, estiveram profusamente iluminados por lâmpadas elétricas e grande multidão ali se conservou até depois das 10:00 horas da noite.
(As Fontes de referências pesquisadas foram: Jornal Monitor Campista coluna “Pela Rama”, assinada por Max, que era o Atila Alvarenga; Ciclo Áureo, de Horácio de Souza; e Almanaque de Campos, de Herbson Freitas).
POR OBSERVAÇÃO DE GENILSON E DO PROFESSOR LEONARDO VASCONCELLOS, ESTAMOS FAZENDO UMA CORREÇÃO NA DATA DA INAUGURAÇÃO DO CHAFARIZ, QUE FOI POSTADA COMO SENDO NO DIA 11. A DATA CERTA DA INAUGURAÇÃO É O DIA 12. 


Chafariz Belga





Pesquisa: Hélvio Gomes Cordeiro (membro do Instituto Historiar)
Fotos: Acervo do Instituto Historiar.
O Instituto Historiar é formado por Hélvio Cordeiro, Leandro Cordeiro e Enockes Cavalar.

Parceria

Parceria

Relembrando

ACONTECEU NO MÊS DE JANEIRO
No dia 01 de janeiro do ano de 1831, surgia o primeiro jornal impresso com o nome de “O Correio Constitucional”.

No dia 03 de janeiro do ano de 1876, nascia o poeta, jornalista e teatrólogo Silvio Fontoura.

No dia 04 de janeiro do ano de 1834, foi fundado o jornal “O Campista”, que vem a ser uma das raízes da criação do jornal “Monitor Campista”.

No dia 07 de janeiro do ano de 1916, nascia Maria da Conceição Rocha e Silva, poeta e jornalista que ficou conhecida com o nome de Nina Arueira.

No dia 08 de janeiro do ano de 1978, foi fundado o jornal “Folha da Manhã”.

No dia 13 de janeiro do ano de 1884, foi fundado o clube carnavalesco Tenentes de Plutão.

No dia 14 de janeiro de 1875, foi inaugurada a ligação ferroviária de Campos dos Goytacazes com Macaé.

No dia 14 de janeiro de 1929, foi inaugurada a linha telefônica de Campos dos Goytacazes com Rio de Janeiro, Niterói e São Paulo.

No dia 15 de janeiro do ano de 1933, foi fundado o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria do Açúcar de Campos (STIAC).

No dia 19 de janeiro de 1919, mais uma grande enchente do Rio Paraíba do Sul causando mortes, foi encontrado um jacaré-de-papo-amarelo na Rua Barão de Cotegipe (hoje Theotônio Ferreira de Araújo).


No dia 22 de janeiro do ano de 1936, foi fundado o Sindicato dos Bancários de Campos.

No dia 23 de janeiro do ano de 1910, foi ministrada a primeira aula da Escola de Aprendizes Artífices (depois CEFET e atualmente IFF), que funcionava no prédio onde hoje está estabelecida a Faculdade de Direito de Campos dos Goytacazes, criada pelo Governo Nilo Peçanha.

No dia 24 de janeiro do ano de 1919, nascia o poeta e, um dos fundadores da Academia Pedralva Letras e Artes, Pedro Manhães.

No dia 24 de janeiro do ano de 1919, foi fundado o Clube de Regatas Rio Branco.

No dia 24 de janeiro do ano de 1921, foi criada a Sociedade Fluminense de Medicina e Cirurgia de Campos.

No dia 24 de janeiro do ano de 1926, nascia o poeta e jornalista Amaro Prata Tavares.

No dia 25 de janeiro do ano de 1949, foi instalado o primeiro semáforo da Cidade de Campos dos Goytacazes, na esquina das Ruas Alberto Torres com Barão de Miracema (antiga São Bento), sob protestos de muitos motoristas.

No dia 26 de janeiro do ano de 1909, nascia o primeiro jogador de futebol campista a disputar uma Copa do Mundo, de nome Polycarpo Ribeiro, mais conhecido pelo apelido de “Poli”.

No dia 28 de janeiro do ano de 1893, nascia o atleta do remo campista, Olímpio Pinheiro.

No dia 29 de janeiro do ano de 1951, foi inaugurado o Sanatório para Tuberculosos, hoje conhecido como Hospital Ferreira Machado.

ACONTECEU NO MÊS DE FEVEREIRO

No dia 16 de Fevereiro do ano de 1830 era fundada a Loja Maçônica “Firme União”, hoje “Fraternidade Campista”, a primeira em Campos e quinta no Brasil.

No dia 17 de Fevereiro do ano de 1810 nasce o industrial Francisco Ferreira Saturnino Braga.

No dia 19 de Fevereiro do ano de 1872 começa a navegação no Canal Campos / Macaé.

No dia 20 de Fevereiro do ano de 1947 era fundada a Academia Pedralva - Letras e Artes.

No dia 21 de Fevereiro do ano de 1901 era realizada a Sessão Inaugural da Comarca Municipal de Campos, quando o Dr. Pereira Nunes sugere para o brasão do município, em homenagem ao heroísmo de Benta Pereira e Mariana Barreto, a inscrição “Ipsae matronae hic pro jure pugnant”. (Até as mulheres aqui pelo direito lutam).

No dia 24 de Fevereiro do ano de 1949 era inaugurado o Lar Cristão.

No dia 26 de Fevereiro do ano de 1840 nascia o pintor Antonio Araújo de Souza Lobo.

No dia 27 de Fevereiro do ano de 1916 era inaugurado, em terreno da Prefeitura, vizinho ao cemitério do Caju, o triturador de lixo montado pela “The Patent Lighthing Crusher Co.”No dia 29 de Fevereiro do ano de 1888 nasce o músico e maestro Jucas Chagas.

ACONTECEU NO MÊS DE MARÇO

No dia 01 de Março do ano de 1956 entra no ar a Emissora Continental de Campos.

No dia 02 de Março do ano de 1925 era dada à primeira aula no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora.

No dia 05 de Março do ano de 1880 nasce o político e compositor Thieres Cardoso.

No dia 07 de Março do ano de 1940 devido à explosão de um fogareiro a álcool, falece a professora da Escola de Aprendizes e Artífices (hoje CEFET ou IFF), Maria Isabel Castro Pereira.- No mesmo dia acima citado foi dada a primeira aula da Faculdade de Direito de Campos no ano de 1960.

No dia 09 de Março do ano de 1950 é assassinado a facadas, à porta do Café Belas Artes, ao meio-dia, o vereador Marcílio Martins.

No dia 11 de Março do ano de 1877 fundada a Igreja Presbiteriana pelo Reverendo Blackford.

- No mesmo dia acima citado, foi inaugurado o Forum pelo Juiz Álvaro Ferreira Pinto no ano de 1935.

- No mesmo dia acima citado foi entregue à Santa Casa o novo prédio construído pelo industrial José Carlos Pereira Pinto no ano de 1944.

No dia 12 de Março do ano de 1885 foi inaugurada a fábrica de tecidos.

No dia 18 de Março do ano de 1935 morre, de tifo, aos 19 anos, a poeta feminista Nina Aroeira que se casaria em junho. É sepultada com seu vestido de noiva.

No dia 23 de Março do ano de 1879 sai o primeiro número de “A Matraca” A Sra. Rita Armond, ao ler insinuações desairosas à sua pessoa, feriu o redator a chicotadas.

-No mesmo dia acima citado, foi fundada a Primeira Igreja Batista no ano de 1891.

No dia 24 de Março do ano de 1847 primeira visita do Imperador D. Pedro II a Campos dos Goytacazes.

No dia 25 de Março do ano de 1889 nasce o teatrólogo e jornalista Gastão Machado.

No dia 26 de Março do ano de 1911 chegada do primeiro automóvel, adquirido por Atilano Crisóstomo.

No dia 28 de Março do ano de 1835 elevada à categoria de Cidade a Vila de São Salvador.

- No mesmo dia acima citado, fundado o jornal “A Cidade” no ano de 1934.

- No mesmo dia acima citado inaugurado o Conservatório de Música de Campos no ano de 1935.

- No mesmo dia acima citado, foi inaugurada a Catedral de São Salvador no ano de 1935.

-No mesmo dia acima citado, foi inaugurada a Rodoviária Roberto Silveira no ano de 1962.

ACONTECEU NO MÊS DE ABRIL

No dia 03 de abril do ano de 1950 foi inaugurada à Rua Barão de Cotegipe, a agência do Bradesco.

No dia 04 de abril de 1944 nasceu a nadadora Diana Quitete Azevedo Cruz.

No dia 05 de abril de 1873 foi inaugurada a “Ponte de Pau” atual Barcelos Martins.

No dia 05 de abril de 1895 nasceu a professora Maria Benedita das Dores Gouveia.

No dia 06 de abril de 1950, por causa de intensa chuva, desaba uma ponte ferroviária na região de Tanguá, provocando grave acidente com o trem noturno Rio/Campos, levando à morte muitos passageiros, inclusive campistas.

No dia 07 de abril de 1846, nasceu o almirante e criador da Escola Naval, Luiz Felipe Saldanha da Gama.

No dia 08 de abril de 1951 foi fundado o Grupo Espírita Allan Kardec.

No dia 09 de abril de 1696, foi criado o imposto sobre fabricação de aguardente, para se construir a Cadeia da Vila. O dinheiro arrecadado, porém, foi utilizado em outros fins.

No dia 09 de abril de 1896 nasce o historiador e geólogo Alberto Ribeiro Lamego.

No dia 13 de abril de 1886 nasce o poeta Flamínio Caldas.

No dia 13 de abril de 1965 foi fundada a ARTA – Associação Regional de Teatro Amador.

No dia 14 de abril de 1947 foi inaugurado o Monumento ao Expedicionário, na Praça São Salvador, obra do escultor campista Modestino Kanto.

No dia 15 de abril de 1870 nasce o escritor e jornalista Múcio da Paixão.

No dia 15 de abril de 1968 a peça “A Moratória”, de Jorge Andrade, montada pelo Grêmio Casimiro Cunha, inaugurava o palco do Teatro de Bolso.

No dia 18 de abril de 1960 nasce o ex-governador e ex-prefeito Anthony Garotinho Matheus de Oliveira.

No dia 21 de abril de 1903 foi inaugurada a Biblioteca Municipal.

No dia 23 de abril de 1898 nasce o médico, deputado e prefeito Barcelos Martins.

No dia 23 de abril de 1952 foi inaugurada a Ponte General Dutra.

No dia 27 de abril de 1973 foi fundado o Teatro Escola de Cultura Dramática.

No dia 28 de abril de 1940 um objeto não identificado corta o espaço, às 21:30hs, provocando intensa luminosidade e uma explosão ao longe.

ACONTECEU NO MÊS DE MAIO

No dia 01 de maio de 1884 foi fundado, por Carlos de Lacerda, o Jornal “Vinte e Cinco de Março”.

No dia 02 de maio de 1891 nasce o poeta Heitor Silva.No dia 03 de maio de 1914 foi fundado o Americano Futebol Clube.

No dia 05 de maio de 1844 foi enforcado, na Praça de Santa Efigênia, o negro alforriado Ildefonso, por ter assassinado a escrava Isabel.

No dia 05 de maio de 1917 foi registrado um tremor de terra, com a duração de 10 segundos.

No dia 13 de maio de 1900 foi realizada a primeira corrida de bicicletas pelas ruas da cidade.

No dia 18 de maio de 1928 nasce o professor e poeta Walter Siqueira.

No dia 19 de maio de 1870 foi fundada a Sociedade Musical Lira de Apolo.

No dia 20 de maio de 1961 foi fundada a Faculdade de Filosofia de Campos.

No dia 21 de maio de 1748, Benta Pereira, então com 73 anos de idade, e os filhos Manoel e Mariana Barreto, liderando cerca de 500 voluntários, impedem a posse da Vila pelo Visconde de Asseca, Martim Correia de Sá. Os revoltosos, a cavalo, invadem a casa do Capitão-Mor Nunes Teixeira e a Câmara Municipal. Há muitos mortos e feridos. Os vereadores são presos.

No dia 23 de maio de 1937 foi fundado o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Construção Civil.

No dia 25 de maio de 1891 nasce o poeta Max de Vasconcelos.

No dia 25 de maio de 1921 foi inaugurado, pelo Prefeito Dr. Luiz Sobral e o Capitão Francisco de Paula Carneiro, o Cine Teatro Trianon, que apresentou, nesta noite, a opereta “A Duquesa de Bal Tabarin”, de Franz Lehar, com Esperanza Iris e sua Cia.

No dia 26 de maio de 1892 foi fundada a Sociedade Musical Operários Campistas.

No dia 28 de maio de 1943 foi inaugurada a estrada de automóveis Campos-Niterói.

No dia 29 de maio de 1677 foi fundada a Vila de São Salvador dos Campos dos Goytacazes.

No dia 30 de maio de 1963 foi fundado o Clube dos Diretores Lojistas, hoje Câmara de Dirigentes Lojistas.

ACONTECEU NO MÊS DE JUNHO

Dia 10 do ano de 1906, foi fundado o Clube de Natação e Regatas Campista.

- Dia 11 do ano de 1914, foi fundado o Colégio Bittencourt.

- Dia 13 do ano de 1844, foi inaugurada a loja e livraria “Ao Livro Verde”.

- Dia 17 do ano de 1913, o funcionário da limpeza pública, Joaquim Bento, morre eletrocutado pelo rompimento de um fio da rede elétrica, causado pela queda da folha de uma das palmeiras imperiais da Praça São Salvador.

- Dia 18 do ano de 1874, o pastor Cândido Mesquita faz sua primeira pregação numa residência, à Rua do Sacramento. Manifestantes contrários apedrejaram as vidraças.

- Dia 20 do ano de 1832, nasce o conselheiro José Fernandes da Costa Pereira Júnior.

- Dia 21 do ano de 1939, foi fundada a Academia Campista de Letras.

- Dia 24 do ano de 1883, foi inaugurada, por D. Pedro II, a iluminação elétrica. Campos dos Goytacazes é a primeira cidade da América do Sul a receber este benefício.

- Dia 26 do ano de 1910, foi instalada a Caixa Filial do Banco do Brasil.

- Dia 26 do ano de 1975, começa a ser demolido, no período da madrugada, o Cine Teatro Trianon.

- Dia 29 do ano de 1958, foi inaugurada a primeira linha de ônibus elétricos, conhecidos como Tróley-bus.

ACONTECEU NO MÊS DE JULHO

- Dia 01 do ano de 1962, foi fundado o Instituto Campista de Literatura.

- Dia 03 do ano de 1913, nasce o compositor Wilson Batista de Oliveira.

- Dia 05 do ano de 1830, a Câmara Municipal aprova a fabricação de duas lanças para matar os porcos e cães soltos pelas ruas da Cidade.

- Dia 05 do ano de 1873, foi inaugurada a estação da Estrada de Ferro Campos/São Sebastião, onde atualmente funciona a Faculdade de Direito de Campos.

- Dia 07 do ano de 1873, foi inaugurada a barca de banhos, que ficava nas águas do Rio Paraíba do Sul.

- Dia 10 do ano de 1941, foi fundado o Aero Clube de Campos.

- Dia 11 do ano de 1958, entra no ar a Rádio Jornal Fluminense.

- Dia 13 do ano de 1833, toma posse o primeiro Juiz de Direito de nossa Região, o Dr. Deocleciano Amaral.

- Dia 22 do ano de 1870, nasce o grande poeta, cujo poema “Amantia Verba” mais tarde se transforma no Hino de Campos dos Goytacazes, João Antonio de Azevedo Cruz.

- Dia 23 do ano de 1928, aconteceu um assalto, durante a noite, do Banco Comercial e Hipotecário, quando os ladrões abriram um rombo no cofre e retiraram 244 contos de réis.

- Dia 26 do ano de 1845, nasceu o historiador Júlio Feydit.

- Dia 27 do ano de 1923, nasceu o historiador e teatrólogo Waldir Pinto de Carvalho.

- Dia 27 do ano de 1942, às 07 horas da manhã, cai neve sobre a Cidade de Campos dos Goytacazes, por poucos minutos.

- Dia 29 do ano de 1876, suicida-se, lançando-se da “Ponte de Pau”, atual Ponte Barcelos Martins, José Martins Pinheiro, o Barão da Lagoa Dourada, tendo o cuidado de antes, tirar o chapéu e o sobretudo.

- Dia 29 do ano de 1882, foi inaugurado o Farol de São Thomé, trabalho executado pela mesma firma, que mais tarde (07 anos depois), viria a construir a Torre Eiffel, em Paris.

- Dia 31 do ano de 1998, foi inaugurado pelo Prefeito Arnaldo Vianna o novo Teatro Trianon, que apresentou, nesta noite, o espetáculo de dança “Rota”, de Deborah Colker.

ACONTECEU NO MÊS DE AGOSTO

Dia 01 do ano de 1843, nasceu o poeta e primeiro Prefeito de Campos, Manuel Rodrigues Peixoto.

- Dia 02 do ano de 1882, foi fundada a Sociedade Musical Lira Conspiradora.

- Dia 02 do ano de 1916, nasceu em Santo Eduardo o Governador Celso Peçanha.-

Dia 05 do ano de 1914, nasceu o escritor e membro da Academia Brasileira de Letras, José Cândido de Carvalho.

- Dia 06 do ano de 1945, foi criada por Gerardo Maria Ferraiuoli (Patesko), a Grande Prova Ciclística de São Salvador.

- Dia 06 do ano de 1957, foi fundado o Lions Clube de Campos.

- Dia 10 do ano de 1852, foi fundada a Sociedade Portuguesa de Beneficência.

- Dia 12 do ano de 1906, falece acometido pela peste bubônica, o dentista Teófisto Abreu. Várias pessoas que o haviam visitado vêm a falecer dias depois, inclusive os médicos que o assistiram: Dr. Lacerda Sobrinho, Dr. Silva Tavares e Dr. Luiz Cardoso de Melo.

- Dia 14 do ano de 1922, foi fundado o Automóvel Clube Fluminense.

- Dia 15 do ano de 1937, um comício do Partido Integralista Brasileiro, na Praça São Salvador, é dissolvido a bala, pela polícia. Dez pessoas morreram e centenas ficaram feridas. Entre os mortos, a Srª Alcídia, esposa do então vereador Jorge Pereira Pinto e mãe de Carlos Alberto, Jorge Renato, Antonio Carlos e Maria Lúcia.

- Dia 18 do ano de 1950, o pianista Artur Moreira Lima, com 09 anos de idade, faz um recital de piano no Cine-Teatro Trianon, em benefício da “Obra do Berço”.

- Dia 20 do ano de 1912, foi fundado o time de futebol Goytacaz Futebol Clube.

- Dia 26 do ano de 1894, foi fundada a Associação dos Comerciários, hoje Sindicato dos Comerciários.

- Dia 28 do ano de 1833, nasceu o poeta, médico, diretor da Biblioteca Nacional e membro da Academia Brasileira de Letras, José Alexandre Teixeira de Melo.

- Dia 29 do ano de 1940, foi fundada por Monsenhor Severino a APIC (Associação de Proteção à Infância de Campos).

- Dia 30 do ano de 1956, foram captadas as primeiras imagens da Rede Tupy de Televisão (TV Tupi).

ACONTECEU NO MÊS DE SETEMBRO

- Dia 04 do ano de 1902, nasceu o professor e advogado Nelson Pereira Rebel.- Dia 05 do ano de 1959, foi inaugurada a Agência da BANERJ (Banco do Estado do Rio de Janeiro).

- Dia 05 do ano de 1947, foi fundado o Hospital Abrigo Dr. João Viana.

- Dia 06 do ano de 1874, foi inaugurado o Theatro Empyreo Dramático, local das conferências abolicionistas e, por isso, interditado pela polícia sob pretexto de ser um prédio inseguro.

- Dia 07 do ano de 1845, foi inaugurado o Teatro São Salvador, com a peça “O Novo Século”.

- Dia o7 do ano de 1916, foi fundado o Jornal A Notícia.

- Dia 16 do ano de 1954, o Hino de Campos, de Azevedo Cruz e Newton Perissé Duarte, é cantado pela primeira vez em público, no Clube de Regatas Saldanha da Gama, pelo Orfeão Santa Cecília.

- Dia 19 do ano de 1875, começou a funcionar a primeira seção de bondes movidos por tração animal.

- Dia 20 do ano de 1873, morreu, enquanto dormia, estrangulada por suas escravas Letícia, Cecília, Virgínia e Cherubina, a fazendeira Ana Joaquina Carneiro Pimenta.

- Dia 20 do ano de 1934, foi fundado o Sindicato das Indústrias do Açúcar e Álcool do Norte Fluminense.

- Dia 20 do ano de 1945, descarrilou o trem noturno que fazia a linha Campos/Rio de Janeiro, vitimando muitos passageiros.

- Dia 22 do ano de 1945, foi instalada em um prédio à Rua 13 de Maio, a sede do Jockey Clube de Campos.

- Dia 24 do ano de 1831, foi fundada a Caixa Econômica da Cidade de Campos, liquidada depois por má administração política.

- Dia 25 do ano de 1926, foi inaugurado o Cinema Capitólio, com o filme “A Viúva Alegre.

ACONTECEU NO MÊS DE OUTUBRO

- Dia 02 do ano de 1867, nasceu na Freguesia de Nossa Senhora da Penha de Morro do Coco, o Governador e Presidente da República Nilo Procópio Peçanha.

- Dia 03 do ano de 1942, foi fundada em Campos dos Goytacazes a agência da Legião Brasileira de Assistência.

- Dia 06 do ano de 1954, foi inaugurado o Cine Goitacá, com o filme “Os Brutos Também Amam”.

- Dia 07 do ano de 1972, foi inaugurado o Teatro Múcio da Paixão, do SESC, com a peça “O Santo Inquérito”, de Dias Gomes.

- Dia 08 do ano de 1928, nasceu o campeão mundial de futebol Waldir Pereira (mais conhecido como Didi, o inventor da “Folha Seca”).

- Dia 09 do ano de 1853, nasceu o jornalista e abolicionista José Carlos do Patrocínio, mais conhecido como “Tigre da Abolição”.- Dia 10 do ano de 1946, foi fundada a Associação Atlética Banco do Brasil (AABB).

- Dia 12 do ano de 1911, foi inaugurado o Colégio Batista Fluminense.

- Dia 13 do ano de 1701, a Câmara Municipal faz afixar no Pelourinho, um edital proibindo a venda de carne de gado por mais de 12 vinténs a arroba, sob pena de multa de 06 mil réis e 20 dias de cadeia.

- Dia 14 do ano de 1968, foi dada a primeira aula na Faculdade de Medicina de Campos, que passou a funcionar no antigo prédio da Policlínica Infantil (onde funcionou o Cemitério do Quimbira).

- Dia 17 do ano de 1964, foi inaugurada a Ponte Saturnino de Brito, conhecida também como a Ponte da Lapa.

- Dia 19 do ano de 1952, foi inaugurado o Aeroporto Bartholomeu Lyzandro.

- Dia 20 do ano de 1957, foi inaugurado o Hipódromo Linneo de Paula Machado, que fica no Bairro do Jockey Clube de Campos.

- Dia 21 do ano de 1906, foi fundado o Clube de Regatas Saldanha da Gama, onde funcionou a primeira piscina para os associados e ficava na Beira-Rio, entre as ruas Santos Dumont e Barão de Cotegipe (hoje Governador Teothônio Ferreira de Araújo).

- Dia 22 do ano de 1893, foi fundada a Sociedade Musical Lira Guarani.

- Dia 26 do ano de 1855, as vítimas da epidemia de Cólera passaram a ser sepultadas no Cemitério Público (hoje Cemitério do Caju), pois os cemitérios das igrejas e o do Quimbira (hoje Faculdade de Medicina) já não comportavam mais sepultamentos. Até o fim do ano morreram 1.349 pessoas na cidade, 444 em Guarus e 42 escravos na Fazenda do Colégio.

- Dia 26 do ano de 1912, foi fundado o Campos Atlético Associação.

- Dia 26 do ano de 1945, foi instituída a “Semana Inglesa”, suspendendo o trabalho aos sábados, a partir do meio-dia.

- Dia 27 do ano de 1935, foi fundada a Escola Jesus Cristo.

ACONTECEU NO MÊS DE NOVEMBRO

- Dia 04 do ano de 1923, nasceu o poeta Almir Soares.

- Dia 11 do ano de 1934, foi inaugurada a Rádio Cultura de Campos.

- Dia 13 do ano de 1991, foi lançada pelo Prefeito Anthony Garotinho Matheus, a pedra fundamental para a construção do novo Teatro Trianon.

- Dia 14 do ano de 1939, a Cidade de Campos dos Goytacazes recebeu a visita dos escritores Gilberto Freire e de José Lins do Rego.

- Dia 16 do ano de 1964, foi o último dia de funcionamento dos Bondes em Campos dos Goytacazes. O bonde elétrico de nº 14, trafegou pela última vez em seu itinerário na linha Caju – Centro.

- Dia 20 do ano de 1839, o fazendeiro Antonio Figueiredo publicou no Jornal Monitor Campista, um anúncio de fuga de escravo com o nome de José, que tinha as iniciais “AF” marcadas nas nádegas. Essas letras eram as iniciais do nome de seu proprietário.

- Dia 20 do ano de 1891, veio a Campos dos Goytacazes para fazer apresentações, o grande maestro Carlos Gomes.

- Dia 22 do ano de 1880, foi fundado o Liceu de Humanidades de Campos.

- Dia 22 do ano de 1941, foi fundado pelo maestro Newton Perissé Duarte o Orfeão de Santa Cecília.

- Dia 23 do ano de 1878, foi inaugurada a Usina Barcelos, fato que contou com a presença ilustre do Imperador D. Pedro II.

- Dia 24 do ano de 1891, nasceu o atleta do remo, grande destaque em nossa região, de nome Juvenal Chagas.

- Dia 24 do ano de 1963, foi inaugurado o Hospital dos Plantadores de Cana, que nos presta grandes serviços até hoje.

- Dia 30 do ano de 1912, nasceu o grande jornalista e brilhante administrador do Jornal Monitor Campista, Oswaldo Lima.

- Dia 30 do ano de 1955, foi fundado o Tênis Clube de Campos, na antiga Rua São Bento, e que ficou conhecido pela sociedade com o “Clube da Raquete”.



ACONTECEU NO MÊS DE DEZEMBRO



- Dia 02 do ano de 1869, foi inaugurada a Linha Telegráfica de Campos ao Rio de Janeiro.



- Dia 05 do ano de 1926, foram introduzidos os pardais em Campos dos Goytacazes, através de 4 casais destes pássaros, soltos nos jardins da Sociedade Portuguesa de Beneficência (hoje Beneficência Portuguesa).



- Dia 06 do ano de 1864, Nasceu o deputado federal, prefeito de Campos dos Goytacazes e de Niterói, o Sr. Benedito Gonçalves Pereira Nunes.



- Dia 08 do ano de 1633, foi construído em Campo Limpo o primeiro curral para a criação de gado, para ali trazidos pelos Sete Capitães, sob a guarda do índio Valério Corsuga. Em torno deste curral se iniciara o povoamento da planície goitacá.



- Dia 09 do ano de 1954, foi lançado o jornal “Correio de Campos” com circulação às segundas-feiras.



- Dia 10 do ano de 1760, morreu aos 85 anos de idade, a Srª Benta Pereira de Sousa, tendo o seu corpo sido enterrado no Solar do Colégio.



- Dia 15 do ano de 1919, a Cidade de Campos dos Goytacazes ainda enfrentava, desde o dia 15 de outubro, o surto da gripe espanhola, que já havia vitimado em torno de 419 pessoas na cidade e em Guarus.



- Dia 17 do ano de 1937, presença marcante de Carmem Miranda, sua irmã Aurora Miranda e os cantores Sílvio Caldas e Almirante se apresentaram no Teatro Trianon, completamente lotado.



- Dia 18 do ano de 1956, foi fundado o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Energia Elétrica.



- Dia 19 do ano de 1839, o vereador Andrade pede à Câmara a compra de camelos do Egito para o transporte de cargas, por serem animais de muita força e resistência.



- Dia 20 do ano de 1879, nasceu o médico, orador e grande poeta Álvaro de Barros.



- Dia 22 do ano de 1903, nasceu a pianista, compositora e primeira maestrina da América do Sul, a Srª Joanídia Sodré.



- Dia 24 do ano de 1935, foi fundado o Sindicato dos Rodoviários de Campos dos Goytacazes.



- Dia 24 do ano de 1943, morreu de febre tifo, contando 33 anos de idade, o Dr. Philippe Uébe.

Dica de livros

  • Revista da Academia Campista de Letras / Edição Junho/2008
  • Revista Almanaque de Campos / Edição 2009
  • Qual é a tua obra - Mario Sergio Cortella
  • Pequenas histórias verídicas sobre Campos dos Goytacazes
  • O menino e o palacete - Tieres Martins
  • Carukango - O príncipe dos escravos/autor: Hélvio Gomes Cordeiro/2009
  • A História Viva da Morada dos Mortos/autor: Hélvio Gomes Cordeiro/2009